O porta-aviões nuclear norte-americano USS Nimitz (CVN-68) atracou no Rio de Janeiro em maio de 2026 para participar da Operação Southern Seas. O gigante de 333 metros e capacidade para cerca de 6.000 pessoas realizou exercícios conjuntos com a Marinha do Brasil e ações de engajamento comunitário
A participação brasileira se deve à posição estratégica do País no Atlântico Sul, área relevante para a segurança das rotas marítimas e a proteção de recursos da chamada “Amazônia Azul”.
A passagem do grupo naval liderado pelo “Nimitz” pela região segue uma lógica geográfica e operacional, uma vez que a missão prevê a circunavegação do continente sul-americano, com escalas em diferentes países parceiros.
Durante a comissão, são realizados exercícios conjuntos no mar (PASSEX), intercâmbio técnico entre militares e visitas institucionais, atividades que permitem elevar o nível de adestramento e a capacidade de atuação combinada entre as Forças. No Brasil, a passagem ocorrerá exclusivamente no Rio de Janeiro.
Veja matéria completa no site Aerodefesa: AeroDefesaNaval embarca no USS Nimitz durante Media Day no Rio de Janeiro
O USS Nimitz tem capacidade para transportar e operar entre 60 e 90 aeronaves, que formam a sua ala aérea embarcada.
Para proteger a esquadra, atacar alvos e realizar missões de apoio, o inventário de aeronaves inclui os seguintes tipos principais:
– Caças de Ataque: Aeronaves como o Boeing F/A-18E/F Super Hornet.
– Alerta Antecipado e Controle (AEW&C): Aviões como o E-2 Hawkeye, responsáveis pela vigilância e comando de radar.
– Guerra Eletrônica: O EA-18G Growler, especializado em neutralizar radares e sistemas de comunicação inimigos.
– Helicópteros: Helicópteros multimissão como o MH-60R e MH-60S Seahawk, usados em guerra antissubmarino, busca e resgate (SAR) e transporte logístico.
– Logística: Aviões como o C-2 Greyhound, voltados para o transporte de cargas e passageiros (COD – Carrier Onboard Delivery).
