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Avião português é apreendido com drogas no Aeroporto de Salvador

Os empresários Hugo Cajuda e Bruno Carvalho dos Santos afirmaram na sexta (19) que não estão relacionados com o avião Dassault Falcon 900 matrícula CS-DTP onde foram apreendidos 500 quilos de cocaína no aeroporto de Salvador, na Bahia.

“Em primeiro lugar, nós fomos ao Brasil a trabalho e estivemos sempre contactáveis, como as autoridades facilmente poderão comprovar junto de várias pessoas das nossas relações pessoais e profissionais. Em segundo lugar, e mais importante, nenhum de nós esteve alguma vez dentro do referido avião”, confirmaram.

Na lista de passageiros que deveriam seguir no voo onde foram apreendidos os 500 quilos de droga incluíam-se os nomes dos dois agentes de futebol.

“As notícias referem que “não foi possível apurar a versão destes empresários portugueses por estarem em parte incerta e paradeiro desconhecido.”

Devido ao bloqueio dos voos comerciais entre Brasil e Portugal, Hugo Cajuda e Bruno Carvalho dos Santos tiveram a possibilidade de regressar a Portugal no avião particular em causa, “juntamente com as outras pessoas constantes da lista de passageiros, inclusive o jogador do SL Benfica, Lucas Veríssimo.”

 

De acordo com o mesmo comunicado, os empresários afirmaram que “devido a novos compromissos profissionais que entretanto surgiram, optámos por prolongar a nossa estadia no Brasil, desenvolvendo contatos de intermediação desportiva em nome e por conta dos nossos clientes.”

As autoridades brasileiras ainda não contactaram os empresários que, embora disponíveis para colaborar com as autoridades, afirmaram desconhecer por completo a existência, origem e destino da droga apreendida.

“Estranhamos e lamentamos que não tenhamos sido contatados pelo referido órgão de comunicação social para esclarecer e comentar o sucedido, antes de envolverem os nossos nomes nesta situação”, sublinharam ainda em comunicado.

Polícia Judiciária já investigava avião

Há vários meses que a Polícia Judiciária tem sob investigação a empresa de aviação OMNI e o avião.

A PJ procura pelo menos um elo de ligação à cocaína, já que não acredita que, das 10 pessoas que estavam nesta lista para embarcar, no início de fevereiro, não exista alguém envolvido com o tráfico.

Fui ouvido a meu pedido e o processo está em segredo de justiça”, explicou, afirmando que “quando a droga foi apreendida não estava em Salvador, estava em São Paulo”.

João Loureiro acrescenta ainda que já tinha decidido não voar no referido avião, algo que já tinha comunicado à operadora do voo e que foi, segundo o próprio, constatado pelas autoridades.

Fontes: Correio da Manhã / TVI24 (Portugal)

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