Comercial

Itapemirim compra Asta para agilizar início das operações

Atualizado 17/9 as 11h38 – A Itapemirim, depois de lançar o seu site (www.voeita.com.br), comprou as operações da ASTA (América do Sul Taxi Aéreo).

A ASTA era conhecida por suas operações de táxi aéreo e com o serviço de voos ultra-regionais, desta forma a Itapemirim terá acesso antecipado à várias aprovações na ANAC, como os RBAC 135 e 121, facilitando o processo de certificação de uma companhia aérea de voos regulares.

Apesar de agilizar o processo, não há garantias sobre o início das operações ainda em 2020. Provavelmente a ITA deverá iniciar as suas atividades em 2021.

A antiga companhia ultra-regional também já foi parceira da Azul em voos no Mato Grosso, atendendo até 13 cidades. Apesar de operar com o Cessna Grand Caravan, a Itapemirim quer iniciar suas operações com aviões Airbus A320.

O processo de compra foi confirmado pela ASTA, porém não confirmado no momento pela Itapemirim.

Frota

A ITA Transportes Aéreos confirma o plano de iniciar operações no primeiro trimestre do próximo ano e que planeja ter 50 aviões, além disso, as contratações devem começar em breve. As informações foram dada pelo CEO da ITA, Tiago Senna, durante LIVE no canal Teaching For Free, que presta serviço de informação e dicas sobre a carreira de aviação.

Quando questionado sobre a frota da empresa, Senna confirma que já tem a Carta de Intenções (LOI) assinada para inicialmente 10 jatos Airbus A320ceo, sendo que uma parte virá da Índia, onde voaram pela IndiGo. Segundo o executivo, o primeiro chega no final desse ano.

A primeira aeronave não deverá ser pintada nas cores da empresa, o clássico amarelo, e chegará entre novembro e dezembro, após passar pelos Estados Unidos. Por motivos estratégicos, ele não quis comentar sobre a configuração ou diferenciais de serviço de bordo, mas disse que recebeu a missão do chair do grupo, Sidnei Piva, de criar uma empresa com serviço diferenciado, sendo diferente das demais.

Para Tiago, o plano é ter no futuro 50 aviões, voando doméstico inicialmente e no futuro o chamado “internacional-local”, que seriam os voos internacionais para países vizinhos e com duração similar a muitos voos domésticos.

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