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Aeroporto de Guarapuava é homologado para operação por instrumentos

O Aeroporto de Guarapuava teve a operação por instrumentos homologada na quarta (29) pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). A partir das 21 horas está autorizada a operação IFR (Instrument Flight Rules, ou regras de voo por instrumentos, em português) nas duas cabeceiras da pista.

Com essa homologação, já prevista quando o aeroporto passou por reformas e ampliações, menos voos devem ser alternados, quando o avião não desce e precisa ir para outro aeroporto, ou cancelados, quando o voo não é realizado pela companhia aérea em função das condições climáticas adversas.

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“É um sistema de navegação aérea baseada em satélites, em GPS, que vai possibilitar as aeronaves que operam em Guarapuava efetuarem pousos e decolagens em condições mais adversas, de visibilidade e de teto, que é a distância entre a nuvem e o solo”, explicou o comandante Hammer Schmidt, vice-presidente de operações da Phenix Aeroportos, que assessorou a Prefeitura de Guarapuava na reformulação do aeroporto.

Segundo ele, atualmente as operações acontecem de modo visual e o piloto tem que descer e enxergar o aeroporto a uma distância de aproximadamente 10 km com cerca de 600 metros de teto. Isso muda com o novo sistema.

“O sistema de pouso por instrumento vai permitir que as tripulações cheguem mais perto do aeroporto mesmo com visibilidade menor, significa dizer que o cancelamento de operações, princialmente de pouso, vão ser reduzidas”, conclui.

Ele explica, no entanto, que não significa que o aeroporto não feche em alguns momentos. Isso porque, até mesmo aeroportos maiores, de capitais, estão sujeitos a cancelamentos por mau tempo.

Publicado

O documento publicado na quarta (29) orienta os pilotos na aproximação por voos com instrumento. São dois mapas, um da cabeceira 8 e outro da 26, que agora ficam disponibilizados para qualquer piloto que precise operar no local. Com isso, mesmo com condições desfavoráveis de visibilidade, as aeronaves conseguem chegar mais próximo da pista e dar condições ao piloto para decidir sobre o pouso.

Fonte: Rádio Cultura

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