
A Saab recebeu um pedido de 17 caças Gripen da Colômbia, sendo 15 aeronaves Gripen E e duas Gripen F biposto, entre 2026 e 2032. Somado a isso, também entregará equipamentos e armamentos, treinamento e serviços.
Não é de agora a negociação: a Colômbia vinha negociando com a Saab há alguns anos e também havia cogitado adquirir o Eurofighter e o F-16 da Lockheed Martin como opções potenciais para substituir a frota obsoleta de caças israelenses Kfir do país.
A Inderes estima que o valor implícito por aeronave no acordo com a Colômbia seja de aproximadamente 182 milhões de euros — um patamar considerado “muito forte”, sobretudo porque pacotes completos de exportação vendidos anteriormente, como os do Brasil e da Tailândia, custaram entre 140 e 150 milhões de euros.
Com a nova encomenda, a Colômbia se tornará o quarto país a operar a versão mais recente do Gripen, após Suécia, Brasil e Tailândia — que, no início deste ano, adquiriu quatro unidades adicionais para reforçar seu esquadrão da geração anterior, o Gripen C/D.
Além disso, Peru e Filipinas também avaliam a compra dos jatos, enquanto o acordo de cooperação em defesa aérea firmado recentemente entre Suécia e Ucrânia abre espaço para uma potencial exportação de 100 a 150 caças Gripen para o país europeu.
